Gaming Disorder em Minorias Sexuais e de Gênero
DOI:
https://doi.org/10.32467/issn.1982-1492v20n2a8Palavras-chave:
Transtorno de adição à internet; Minorias sexuais e de gênero; Dependência de tecnologia e de jogos; Dano ao paciente.Resumo
Introdução: Os jogos eletrônicos são agora reconhecidos como um problema de saúde mental, especialmente entre a comunidade LGBTQIA+. Objetivo: explorar os efeitos do transtorno de jogo (gaming disorder) na população LGBTQIA+. Método: A revisão narrativa abordou hábitos de jogo e gaming disorder em minorias sexuais e de gênero, usando PubMed, Google Scholar, Embase e Web of Science. Das 1640 pesquisas, apenas 3 abordaram gaming disorder nessa população. Resultado: consumidores LGBTQ+ gastam mais em jogos digitais. Jogadores LGBTQIA+ consomem mais jogos de exploração de identidade, possivelmente relacionados ao estresse de minoria. Discussão: minorias sexuais têm maior risco de gaming disorder. Para indivíduos LGBTQIA+, os jogos podem servir como escape e plataforma de apoio, mas o uso problemático pode estar associado a desfechos psiquiátricos negativos. Conclusão: Os jogos online têm o potencial de serem ferramentas de apoio para minorias, no entanto, as evidências são limitadas. É necessária mais pesquisa para compreender melhor a relação entre o uso de jogos e a saúde mental da população LGBTQIA+.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Licença
Os textos publicados por nossa revista estão sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0).
Essa licença permite que outras pessoas distribuam, remixem, adaptem e criem obras derivadas do conteúdo publicado — inclusive para fins comerciais — desde que seja atribuído o devido crédito à criação original.
Esta obra está licenciada sob a Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.