O laço do preconceito: a inclusão, exclusão e convivência do usuário de saúde mental a partir do conceito de alianças inconscientes e do dia a dia de um CECCO

Autores

  • Pablo de Carvalho Godoy Castanho Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura Municipal de São Paulo/Laboratório de Estudos em Psicanálise e Psicologia Social do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo

Palavras-chave:

Grupo, Psicanálise, Saúde mental, Inclusão, Território

Resumo

Dentro da proposta de formação de uma rede substitutiva aos manicômios, os Centros de Convivência e Cooperativa (CECCO) foram implantados na capital paulista, a partir de 1989. Geralmente, implantam-se estes centros em locais públicos, de livre circulação. Eles promovem atividades para portadores de sofrimento mental e outros excluídos e freqüentadores habituais dos espaços em
questão. Propomos a utilização do conceito de alianças inconscientes (Kaës) para orientar a intervenção nos grupos e nas oficinas do CECCO e equipamentos afins, bem como sugerimos a possibilidade de usar o mesmo conceito no nível do território.
Nesta perspectiva, acreditamos que o trabalho com o preconceito deveria ser pensado como efeito de um movimento de re-pactuação ou transformação das alianças inconscientes. Trataremos de situações do cotidiano do CECCO, para apresentarmos algumas facetas decorrentes deste ponto de vista. 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Pablo de Carvalho Godoy Castanho, Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura Municipal de São Paulo/Laboratório de Estudos em Psicanálise e Psicologia Social do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo



Downloads

Publicado

2005-12-01

Como Citar

Castanho, P. de C. G. (2005). O laço do preconceito: a inclusão, exclusão e convivência do usuário de saúde mental a partir do conceito de alianças inconscientes e do dia a dia de um CECCO. Vínculo - Revista Do NESME, 2. Recuperado de https://vinculo.nesme.org.br/vinculo/article/view/124