Retrato de una Fratría: una lectura psicoanalítica de las hermanas March a partir del complejo fraterno
DOI:
https://doi.org/10.32467/issn.1982-1492v23na23Palabras clave:
psicoanálisis; vínculo; rivalidad; complejo fraternoResumen
En la contemporaneidad, la ampliación del concepto de familia ha conducido a su comprensión como un espacio constituido por vínculos recíprocos, los cuales participan activamente en la constitución de la subjetividad y en la formación de los lazos sociales. En este contexto, los estudios psicoanalíticos han trascendido el enfoque exclusivo en la parentalidad y han reconocido el vínculo fraterno como fundamental en la constitución de la subjetividad, dando lugar a la noción de Complejo Fraterno. Este concepto, aún poco explorado en el psicoanálisis, se caracteriza por dinámicas ambivalentes que impactan profundamente las dinámicas familiares. En este sentido, el presente trabajo se propone investigar el vínculo fraterno y sus dinámicas relacionadas con la rivalidad y el duelo en la fratría, a partir de un análisis fílmico de la miniserie Little Women (BBC, 2017), que retrata a un grupo de cuatro hermanas de distintas edades y personalidades. Así, se espera contribuir a los estudios sobre el Complejo Fraterno al ilustrar su manifestación en la organización psíquica de individuos con hermanos y esclarecer posibles divergencias en relación con este concepto.
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