Supervisión grupal: la clínica psicoanalítica con pasantes de psicología
DOI:
https://doi.org/10.32467/issn.1982-1492v23na4Palabras clave:
supervisión clínica, grupos, prácticas clínicas, psicoanálisisResumen
Este artículo propone relatar la experiencia del inicio de la supervisión clínica en psicoanálisis desde el punto de vista grupal. Se trata de un relato de la experiencia de supervisiones en un servicio-escuela de Psicología, utilizando la observación no participante. El grupo tenía un total de 7 miembros; las reuniones duraban aproximadamente una hora y media, con periodicidad semanal, durante el primer semestre de 2023. Se realizaron 13 reuniones y se caracterizaron dos núcleos de significado: “convertirse en psicóloga”, en el que las fantasías de la práctica profesional se manifestaron de manera grupal y el grupo indicó su destino, y la “función del supervisor”, que demostró la importancia del conocimiento de los aspectos grupales y cómo estos corroboran la transmisión que se propone en la supervisión. La supervisión en grupo presenta una mejor calidad en el aprendizaje cuando se tienen en cuenta los procesos grupales.
Descargas
Citas
Anzieu, D. (1993). O grupo e o inconsciente: o imaginário grupal. Casa do Psicólogo.
Ávila, L.A. (2013). A psicanálise das configurações vinculares e a supervisão de equipes de assistência social. Vínculo - Revista do NESME, 10 (2), jul, 2013. https://www.redalyc.org/pdf/1394/139437793002.pdf
Bion, W. R. (1975). Experiências com grupos (2ª ed., W. I. Oliveira, trad.). Imago: EDUSP.
Brasil. (1972). Casa Civil. Parecer CFE n° 45/72 de 12 de janeiro de 1972. (1972). A qualificação para o trabalho no ensino no segundo grau. Relator Pe. José Vieira Vasconcelos. Brasília.
Brasil. (1977). Casa Civil. Decreto n° 87.497/82 Lei n° 6497/77 de 07 de setembro de 1977. (1997). Regularização de estágios supervisionados. Coletânea de legislação: edição federal, São Paulo.
Brasil (1996). Casa Civil. Lei Federal n°9394/96 de 20 de dezembro de 1996. (1996). Estabelece diretrizes e bases para a educação nacional. Brasília: Planalto.
Castanho, P. (2018). Uma introdução psicanalítica ao trabalho com grupos em instituições. Linear A-barca.
Castanho, P. (2025). Sobre a constratransferência em supervisão: pistas grupais e institucionais
(p. 129-152). In: Pitrowsky e Kupermann. Supervisão: o “sentir com” entre psicanalistas. INM Editora.
Conselho Federal de Psicologia (CFP). (2025). Resolução n. 5 de 3 de fevereiro de 2025. Documento de Orientação Sobre Estágios de Graduação em Psicologia. https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-n-5-de-3-de-fevereiro-de-2025-613444532
Derzi, C., & Marcos, C. M. (2013). Supervisão em psicanálise na universidade. Psicologia Em Estudo, 18(2), 323–331.
Drawin, C. R.; Moreira, J.O.; Câmara, T.C.C. (2020). Freud e Fliess: considerações sobre uma supervisão imaginária. Memorandum: Memória E História Em Psicologia, 37, 2020. https://doi.org/10.35699/1676-1669.2020.1629
Fédida, P. (1991). Nome, figura e memória. A linguagem na situação psicanalítica. Escuta.
Ferreira, A. J., & Silva, J. F. da. (2025). O conceito de transferência de trabalho em psicanálise: uma revisão integrativa da literatura brasileira. Analytica: Revista De Psicanálise, 13(26). https://doi.org/10.69751/arp.v13i26.5059
Gay, P. (1998). Freud: uma vida para o nosso tempo. Companhia das letras.
Fernandes, B. S.; et al. (2004). A supervisão, o supervisor e os supervisionandos. Rev. SPAGESP. 5(5) Ribeirão Preto dez. 2004. https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677-29702004000100004
Freud, S. (1916/1976). Conferências introdutórias sobre psicanálise. In Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud, (Vol. 15 & 16). Imago.
Freud, S. (1919). Deve se ensinar psicanálise nas universidades. In: História de uma neurose infantil (“o homem dos lobos”), além do princípio do prazer e outros textos (1917-1920) (p. 377-381), Companhia das letras.
Freud, S. (1921). Psicologia das massas e análise do ego. In: Freud, S. Edição Standart brasileira de obras psicológicas completas de Sigmund Freud. Companhia das letras.
Freud, S. (1913). Totem e tabu. In S. Freud. Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol.13, pp.11-191). Imago.
Freud, S. (1923/1996). O Eu e o Isso. In: Edição Standard das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Imago.
Freud, S. (1926/2014). A questão da análise leiga. In: Obras completas (vol. 17). Companhia das Letras.
Han, B.C. (2015). Sociedade do cansaço. Trad. Enio Paulo Giachini. Vozes.
Jasiner, G. (2022). La trama de los grupos: dispositivos orientados al sujeito. Lugar Editorial.
Kaës, R. (2011). Um singular plural: A psicanálise à prova do grupo. Edições Loyola Jesuítas.
Kovács, V. (1936). Training and Control-Analysis. International Journal of Psychoanalysis, 17, 346-354.
Kupermann, D. (2025). Notas sobre a supervisão na psicanálise contemporânea. In: Pitrowsky, L. Kupermann (orgs.). Supervisão: o “sentir com” entre psicanalistas (p. 25-36). INM Editora.
Lacan, J. (2008). O Seminário 16: de um Outro ao outro. Jorge Zahar.
Lacan, J. (1992). O Seminário 17: o avesso da psicanálise. Jorge Zahar.
Lakatos, EM., Marconi, M. de A. (1988). Metodologia científica. Atlas.
Machado, A.M. (2014). Exercer a postura crítica: desafios no estágio em psicologia escolar. PSICOLOGIA: CIÊNCIA E PROFISSÃO, 2014, 34(3). https://doi.org/10.1590/1982-3703001112013.
Marcos, C.M. (2012). A Supervisão em Psicanálise na Clínica Escola: Breve Relato de uma Pesquisa. Revista Subjetividades, 12(3-4), set/dez, 2012. https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S151861482012000200015&script=sci_abstract
Mascarenhas, SA (Org.) (2018). Metodologia científica. (2a ed.) Pearson.
Mendes, E. R. P. (2012). Sobre a supervisão. Reverso, 34(64), 49-55. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-73952012000300007&lng=pt&tlng=pt.
Mezan, R. (2020). Interfaces da psicanálise. Editora Blucher.
Osório, L. C. (2021). Grupos: teorias e práticas: acessando a era da grupalidade. Artesã.
Penna, P. D. M. (2024). A supervisão psicanalítica a partir da orientação lacaniana: uma revisão de literatura. Mosaico: Estudos Em Psicologia, 12(1). https://periodicos.ufmg.br/index.php/mosaico/article/view/51055
Pichón-Rivière, E. (2009). O processo grupal. 8ª ed. Martins Fontes.
Pinheiro, N. N. B., & Darriba, V. A. (2011). Elementos para Interrogar uma Clínica Possível a Partir da Psicanálise na Universidade. Interação Em Psicologia, 15. https://doi.org/10.5380/psi.v15i0.25382
Pitrowsky, L. T. (2025). A supervisão como lugar da contratransferência. In: Pitrowsky e Kupermann. Supervisão: o “sentir com” entre psicanalistas. INM Editora.
Pitrowsky, L. T., & Kupermann, D. (2021). A supervisão e a transmissão do estilo empático na clínica psicanalítica. Revista Latinoamericana De Psicopatologia Fundamental, 24(3), 575–596. https://doi.org/10.1590/1415-4714.2021v24n3p575.6
Roudinesco, E; Plon, M. (1998). Dicionário de psicanálise. Jorge Zahar.
Safatle, V.; Júnior, N S.; Dunker, C. (2022). Neoliberalismo como gestão do sofrimento psíquico. Autêntica.
Safouan, M. (2023). A Psicanálise: ciência, terapia e causa. 7Letras.
Silva, R.F.D. (2019). A supervisão (controle) na formação do psicanalista. Relicário.
Silva, J. A. P. da ., Coelho, M. T. Á. D., & Pontes, S. A. (2019). Estágio Supervisionado em Psicologia Clínica com Orientação Psicanalítica: Uma Revisão de Literatura. Psicologia: Teoria E Pesquisa, 35, e35433. https://doi.org/10.1590/0102.3772e35433
Souza, L. K. D. (2019). Pesquisa com análise qualitativa de dados: conhecendo a Análise Temática. Arquivos brasileiros de psicologia. 71(2), p. 51-67. http://hdl.handle.net/10183/245380.
Verztman, J. (2025). Ecos, reflexos e sonho no trabalho de supervisão. In: Pitrowsky, L. & Kuperman, D. Supervisão: o “sentir com” entre psicanalistas. Inm Editora.
Vieira, F.M. (2020). O sujeito e o neoliberalismo: uma questão de economia. PePsic.9(17). São João del Rei jul./dez. 2020. https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S231651972020000200010&lng=pt&nrm=iso
Zaslavsky, J., Nunes, M. L. T., & Eizirik, C. L. (2003). A supervisão psicanalítica: revisão e uma proposta de sistematização. Revista De Psiquiatria Do Rio Grande Do Sul, 25(2), 297–309. https://doi.org/10.1590/S0101-81082003000200006
Zimerman, D.E. (2000). Fundamentos básicos das grupoterapias. Artmed.
Zimerman, D.E.; Osório, L.C. (1997). Como trabalhamos com grupos. Artmed.
Woronowski, M (2003). ¿Tiene vigencia el grupo operativo? In: Jasiner, G. Woronowski, M. Para pensar a Pichon. Lugar Editorial.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Los textos publicados por nuestra revista están bajo la licencia Creative Commons Atribución 4.0 Internacional (CC BY 4.0).
Esta licencia permite que otras personas distribuyan, remezclen, adapten y creen obras derivadas del contenido publicado — incluso con fines comerciales — siempre que se otorgue el debido crédito a la creación original.
Esta obra está bajo la Licencia Creative Commons Atribución 4.0 Internacional.