Doble jornada femenina: Un estudio de la conyugalidad y del patriarcado
DOI:
https://doi.org/10.32467/issn.1982-1492v23na18Palabras clave:
Psicología, Trabajo de Mujeres, Patriarcado, Psicoanálisis de pareja y família.Resumen
Este estudio tuvo como objetivo analizar los efectos del patriarcado en la conyugalidad que afectan la doble jornada de trabajo. Se trata de una investigación de iniciación científica, con entrevistas presenciales semiestructuradas realizadas con 8 mujeres, entre 23 y 35 años, madres de hijos de entre 2 y 6 años de edad, casadas o en unión estable con un hombre y que trabajan fuera del hogar en empleo formal y/o informal, las cuales fueron transcritas y analizadas por medio del análisis. Los resultados señalaron que las mujeres están más sobrecargadas con los deberes domésticos y con los hijos que sus maridos, incluso trabajando fuera del hogar como ellos. La red de apoyo femenina se hace presente, así como la disminución de la carga horaria de trabajo después del nacimiento de los hijos y la reducción de la inversión en sí mismas. Al evidenciar los impactos subjetivos y relacionales de la doble jornada y de las desigualdades de género en la conyugalidad, la investigación aporta insumos para una escucha clínica sensible a los atravesamientos sociales del sufrimiento psíquico.
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