Temores, fantasías y hechos en un embarazo gemelar

Autores/as

  • Maria Elizabeth Barreto Tavares dos Reis Programa de Pós-graduação em Psicologia/UEL. Departamento de Psicologia e Psicanálise/Universidade Estadual de Londrina. 
  • Rafaela Aparecida da Costa Luchiari Universidade Estadual de Londrina
  • Rafael Pedro Rodrigues Universidade Estadual de Londrina
  • Aline Cristina Luciano Batista Universidade Estadual de Londrina

DOI:

https://doi.org/10.32467/issn.1982-1492v23na19

Palabras clave:

maternidad; gemelos; embarazo gemelar; hechos clínicos; psicoanálisis.

Resumen

La maternidad implica transformaciones físicas, psicológicas y sociales que se inician desde la gestación. Cuando el embarazo es de gemelos, presenta matices más intensos que en un embarazo singular (un solo bebé por gestación). El embarazo gemelar generalmente se considera de alto riesgo, tanto desde el punto de vista somático como psíquico, lo que favorece la aparición de angustias y temores más intensos durante el ciclo grávido-puerperal. El objetivo del estudio fue identificar y analizar las vivencias emocionales relacionadas con el embarazo gemelar, a partir de los hechos clínicos detectados en la atención a una gestante en psicoterapia psicoanalítica breve. Participaron una gestante de gemelos y su psicoterapeuta. La investigación utilizó el método de construcción de hechos clínicos psicoanalíticos. Los datos se recolectaron mediante la lectura de los informes clínicos y la identificación de los hechos clínicos ocurridos, los cuales se analizaron a partir de los fundamentos del psicoanálisis. Finalmente, se construyeron dos categorías temáticas: los sentimientos vividos a partir del embarazo gemelar y el miedo a no poder cuidar a los gemelos.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Citas

Badinter, E. (2011). O conflito: a mulher e a mãe. Record.

Balbino, A. R. Q., Azevedo, A. S. M., Silva, E. S. M., Valentim, I. C. S., Magalhães, I. V., Monteiro, M. S., & Harth, R. (2025). Psicologia perinatal e seus impactos na saúde mental dos filhos. Revista Pesquisa & Educação a Distância, v.1, n.33. ISSN: 2358-646x

Benincasa, M., Tanizaka, H., Romagnolo, A. N., Avoglia, H. R. C., & Heleno, M. G. V. (2023). Pré-natal (PNI): a construção de um modelo de intervenção psicológica com gestantes. Revista da SPAGESP, 24(2), 18-31. https://nesme.emnuvens.com.br/SPAGESP/article/view/58/31

Caçapava, D. X. S. C., Medeiros, A. R., Santos, L. D., Vireira, M. S. C., Souza, N. C. R., Silvestre, M. A., Mendonça, A. K. M. S. (2021). Complicações materno-fetais em gestações gemelares: uma revisão integrativa. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 13(2), e6013–e6013.

https://doi.org/10.25248/reas.e6013.2021

Colares, S., & Martins, R. (2016). Maternidade: uma construção social além do desejo. Revista de Iniciação Científica da Universidade Vale do Rio Verde, 6(1), 42-47.

Corrêa, B, L. S., & Junior, J, C. S. (2025). Contribuições da psicologia perinatal para a saúde mental da mulher na contemporaneidade. ANAIS DA FUCAMP, v.10. ISSN: 2448-3133

Dennis, C. L., & Dowswell, T. (2013). Psychosocial and psychological interventions for preventing postpartum depression (Review). The Cochrane Database of Systematic Reviews, (2). https://doi.org/10.1002/14651858.CD001134.pub3

Dorneles, C., & Schmidt, V. (2016). Relação materna na construção da identidade de gêmeos. Revista de Psicologia da IMED, 7(2), 48-57. https://doi.org/10.18256/2175-5027/psico-imed.v7n2p48-57

Ferreira, R. M., Elias, F. J. M., & Corrêa, A. A. M. (2018). Das representações mentais na gestação às frustrações pós-parto: um campo para a psicanálise. Revista Saúde e Meio Ambiente, 2(7), 10-18. http://seer.ufms.br/index.php/sameamb/article/view/5700

Folino, C. D. S. G. (2014). Sobre dores e amores: caminhos da tristeza materna na elaboração psíquica da parentalidade. [Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo]. São Paulo. Biblioteca Digital.

Fonseca, A. A., Santos, M. G., & Amoroso, S. R. B. (2024). Desafios à saúde mental de gestantes: do pré-natal ao puerpério (psicologia), Real Repositório Institucional, v.3, n.2. https://revistas.icesp.br/index.php/Real/article/view/6064

Fonsêca, C. M. S. M. S., Crespo, R. M., & Dias, C. M. S. B. (2013). Ser pais de gêmeos: prazeres e desafios. In C. M. S. B. Dias & C. M. S. M. S.

Fonsêca (Orgs.), Gêmeos o que dizem os pais, irmãos e eles próprios? (pp. 32-64). CRV.

Iaconelli, V. (2023). Manifesto antimaternalista: psicanálise e políticas da reprodução. (2a ed.). Zahar.

Lobo, S. (2008). As condições de surgimento da “Mãe suficientemente boa”. Revista Brasileira de Psicanálise, 42(4), 67-74. http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rbp/v42n4/v42n4a09.pdf

Machado, G. M. A., Nunes, L. L., & Aquino, F. D. S. B. (2022). Gestação e desenvolvimento Inicial de gêmeos: um estudo a partir de relatos maternos. Estudos e Pesquisas em Psicologia, 22(2), 752-772.

Maldonado, M. T. P. (1996). Psicologia da gravidez, parto e puerpério. Vozes.

Melo, A. B. O. de, Nascimento, M. E. B. do, Nascimento, K. S., Silva, D. de M., Silva, I. N. da, Costa, F. de A., Souza, J. G. de, Queiroz, J. L. F. de, Rosa, V. H. J. da, Oliveira, F. F. J., Barros, L. da S., & Neta, M. N. C. de M. (2024). Riscos obstétricos em gestações múltiplas: abordagens para reduzir complicações. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(6), 257–268. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n6p257-268

Nunes, M. B. L., Oliveira, T. J., Júnior, J. A. S., Nascimento, E. G. C. (2024). Sentimentos da mulher frente a gestação de alto risco. Enfermería Actual En Costa Rica, 46. https://doi.org/10.15517/enferm.actual.cr.i46.52604

Ornelas, C. T., Amparo, D. M., & Belot, R. A. (2025). A Travessia Subjetiva da Maternidade nos Três Momentos: Gestação, Parto e Pós-Parto. Psicologia: Teoria e Pesquisa, v.41. https://doi.org/10.1590/0102.3772e41nspe04.pt

Quinodoz, J. M. (1994). Fatos clínicos ou fatos clínicos psicanalíticos. Revista Brasileira de Psicanálise, 28(4), 613-634.

Reis, M. E. B. T. (2015). Bebês gêmeos: relacionamento afetivo e cuidados parentais. Juruá.

Reis, M. E. B. T. (2021) Construção de fatos clínicos psicanalíticos. In N. N. B. Pinheiro, R. S. Peres, S. N. Cordeiro (Orgs.) Pesquisas acadêmicas em psicanálise (pp. 97-110). Pedro & João Editores.

Ribeiro, F. S., dos Santos, N. D. T. G., & Zornig, S. M. A. J. (2016). Dividida em dois? A experiência materna nos casos gemelares. Natureza Humana - Revista Internacional de Filosofia e Psicanálise, 18(1), 37-54.

Santos, M. F., & Reis, M. E. B. T. (2022). Mães de gêmeos: vivências emocionais no puerpério mediato. Natureza Humana - Revista Internacional de Filosofia e Psicanálise, 24(1), 40- 61.

Scalco, M. O., & Donelli, T. M. S. (2014). Os sintomas psicofuncionais e a relação mãe-bebês gêmeos aos nove meses de idade. Temas em Psicologia, 22(1), 55-66. https://dx.doi.org/10.9788/TP2014.1-05

Silva, F. L. P., & Coutinho, D. J. G. (2025). Ansiedade na gestação: Medos e Expectativas de Gestantes Frente ao Parto e a Maternidade. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, v.11, n.6. https://doi.org/10.51891/rease.v11i6.20101

Silva, M. C., & Macedo, M. M. K. (2016). O método psicanalítico de pesquisa e a potencialidade dos fatos clínicos. Psicologia: Ciência e Profissão, 36(3), 520–533. https://doi.org/10.1590/1982-3703001012014

Silva, N. G. T., Zveiter, M., Almeida, L. P., Mouta, R. J. O., Medina, E. T., & Pitombeira, P.C. P. (2021). Emotional demands during pregnancy and its consequences in the delivery process. Research, Society and Development,10(9), e36810917884.

https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/17884

Soifer, R. (1992). Psicologia da gravidez, parto e puerpério (6ª ed.). Artes Médicas.

Souza, L. S. & Maldaner, E. B. (2020 julho-agosto). As mães e seus bebês: percepções sobre a maternidade singular e gemelar. Diaphora, 9(2), 33-39.

Souza, R. F., Nascimento, M. E. B., Oliveira, A. B. O., Rosa, V. H. J. (2024). Gestação múltipla: desafios obstétricos e neonatais. Periódicos Brasil – Pesquisa Científica, v.3(2), 255–263. https://doi.org/10.36557/pbpc.v3i2.66

Szejer, M., & Stewart, R. (1997). Nove meses na vida de uma mulher: uma abordagem psicanalítica da gravidez e do nascimento. Casa do Psicólogo.

Vollmer, G., Fº. (1994). A conceitualização do fato clínico psicanalítico. Revista Brasileira de Psicanálise, 28(4), 673-685.

Winnicott, D. W. (1956). A preocupação materna primária. In D. Winnicott. Da pediatria à psicanálise (pp. 399–405). Imago.

Winnicott, D. W. (1983). Teoria do relacionamento paterno infantil, In D. Winnicott. O ambiente e os processos de maturação: estudos sobre a teoria do desenvolvimento emocional (Cap. 3, pp. 38-54). Artes Médicas. (Trabalho original publicado em 1960).

Winnicott, D. W. (1994). Ideias e definições. In D. W. Winnicott. Explorações psicanalíticas (pp. 36–37). Artmed.

Winnicott, D. W. (1999a). O conceito de indivíduo saudável. In D. W. Winnicott. Tudo começa em casa (3ª ed.). Martins Fontes (Trabalho original publicado em 1967).

Winnicott, D. W. (1999b). O recém-nascido e sua mãe. In D. W. Winnicott. Os bebês e suas mães (pp. 29–42). Martins Fontes.

Winnicott, D. W. (2012). As origens do indivíduo, In. D. W. Winnicott. Os bebês e suas mães (Cap. 5, pp. 43-51). Martins Fontes. (Trabalho original publicado em 1988).

Winnicott, D. W. (2015). Gêmeos. In D. W. Winnicott. A criança e o seu mundo (Cap. 21, pp.154-161). Koogan. (Trabalho original publicado em 1957).

Zanatta, E., & Pereira, C. R. R. (2015). “Ela enxerga em ti o mundo”: a experiência da maternidade pela primeira vez. Temas em Psicologia, 4(23), 959-972. http://revistas.dwwe.com.br/index.php/NH/article/view/222

Publicado

2026-08-06

Cómo citar

Reis, M. E. B. T. dos, Luchiari, R. A. da C., Rodrigues, R. P., & Batista, A. C. L. (2026). Temores, fantasías y hechos en un embarazo gemelar. Vínculo - Revista Do NESME, 23. https://doi.org/10.32467/issn.1982-1492v23na19