O brincar como elo geracional: transmissão cultural e psíquica
DOI:
https://doi.org/10.32467/issn.1982-1492v22na16Palavras-chave:
Brincar, Psicanálise, Cultura, Transmissão geracionalResumo
Este artigo investiga o brincar como elo geracional, enfatizando sua relevância para compreender tanto a cultura quanto a subjetividade. Partindo da concepção de Johan Huizinga, que situa o jogo como fundamento antropológico da cultura, até a psicanálise, em que brincar se constitui como experiência fundante, o texto articula a clínica de Donald Winnicott, as formulações de René Kaës sobre transmissão geracional e a obra freudiana, que permite reconhecer a análise como um jogo de descoberta. Sustenta-se, ao final, que o brincar é uma herança cultural e psíquica indispensável, tão significativa quanto qualquer legado material, pois transmite valores, molda subjetividades e abre, na clínica, um espaço para reinscrição e transformação.
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